Chatbot da Rede Divina Providência é um dos destaques do Conahp 2025

Bertha: Chatbot da Rede Divina Providência é um dos destaques do Conahp 2025

A Bertha, assistente virtual da Rede de Saúde da Divina Providência (RSDP) criada com a Botdesigner, chegou ao Conahp 2025 como um dos destaques do evento. Ela integra canais, conecta ERPs e reduz fricções em cada etapa da jornada. Além disso, orquestra agendamentos e mantém o contexto das conversas. Assim, pacientes avançam sem “recomeçar” histórias e equipes focam o que gera valor.

O Hospital Divina Providência concorreu na Sessão Pôster do Conahp 2025, no eixo Inovação, com o case da Bertha. A apresentação evidenciou ganhos mensuráveis e alta replicabilidade.

Portanto, o projeto dialoga com a agenda de transformação digital do congresso. Desse modo, a instituição reafirma seu compromisso com eficiência, acesso e experiência do paciente.

O Conahp 2025 reuniu lideranças da saúde privada para discutir soluções que saem do discurso e entram na rotina. Nesse ambiente, a Bertha mostrou integração real com sistemas críticos e fluxos padronizados de atendimento.

Além disso, o case provou redução de retrabalho e previsibilidade operacional. Consequentemente, o hospital acelerou respostas e fortaleceu governança de dados.

Por fim, o destaque no Conahp 2025 confirma um movimento estrutural: a automação com IA já entrega valor no dia a dia. Assim, a transformação digital ganhou tração com resultados concretos. Com isso, hospitais ampliam acesso, simplificam jornadas e escalam melhores práticas. E, sobretudo, constroem um cuidado mais integrado, sustentável e centrado nas pessoas.

Índice

  1. O que é o Conahp 2025?
  2. Sessão Pôster: a vitrine de boas práticas
  3. Quem é a assistente virtual Bertha?
  4. O que a Bertha faz na: jornada do paciente?
  5. Por que a curadoria do Conahp valida o case?
  6. O que esta seleção sinaliza para gestores?
  7. Como replicar o modelo: checklist prático
  8. Antes e depois do uso de um chatbot
  9. O papel da tecnologia da Botdesigner
  10. Conclusão e próximos passos

O que é o Conahp 2025?

O Congresso Nacional de Hospitais Privados (Conahp) é um dos principais eventos do setor no Brasil. Ele reúne gestores, clínicos, pesquisadores e autoridades para debater soluções concretas que elevam a qualidade, ampliam o acesso e sustentam a eficiência do sistema.

Em 2025, o encontro ocorre em 15 e 16 de outubro, em São Paulo, com trilhas dedicadas a inovação, eficiência, pessoas, assistência e gestão. Assim, o congresso cria um ambiente de troca entre palestras, programação temática e exposição de cases.

Além disso, a edição de 2025 assume um foco estratégico em inteligência artificial e transformação digital. O debate avança sobre como a IA pode reconfigurar o cuidado, reduzir custos e melhorar resultados.

Para gestores, o Conahp traz benchmarking qualificado, sinaliza tendências reais e ajuda a priorizar investimentos alinhados ao que já funciona no país.

Sessão Pôster: a vitrine de boas práticas

A Sessão Pôster é um dos espaços mais tradicionais do Conahp. Todos os anos, centenas de trabalhos disputam uma vaga na exposição, que destaca boas práticas hospitalares com resultados verificáveis.

Na prática, a sessão conecta quem executou com quem precisa replicar, acelerando a adoção de soluções que melhoram experiência do paciente, desempenho assistencial e eficiência.

Desde 2021, a seleção dos pôsteres conta com a curadoria da FGV-EAESP, o que eleva o rigor metodológico e a relevância dos trabalhos aprovados.

Em 2025, a chamada reforça que os pôsteres devem se alinhar aos cinco eixos temáticos do congresso e apresentar resultados evidenciáveis.

Critérios como aderência ao tema, clareza, consistência e impacto orientam a avaliação. Assim, a Sessão Pôster torna-se um repertório vivo de soluções que podem escalar para outras instituições.

Quem é a Bertha?

A Bertha é a assistente virtual da Rede de Saúde da Divina Providência.

Ela surgiu a partir de um projeto da Botdesigner que integrou os canais de comunicação, o chatbot e os principais ERPs de saúde da rede. Com isso, a Bertha não é apenas um “bot de respostas”; ela funciona como um hub inteligente de atendimento, capaz de conectar dados, executar tarefas de front-office e guiar o paciente em tempo real.

A Rede Divina Providência, por sua vez, vem ampliando sua capacidade digital e fortalecendo canais de acesso ao cuidado. Em seus perfis oficiais, o hospital convida pacientes a agendar exames e tirar dúvidas diretamente com a Bertha, o que indica adoção crescente do canal virtual pelos usuários. Assim, a instituição acelera a entrada do paciente e reduz gargalos nas etapas seguintes.

O que a Bertha faz hoje?

A Bertha atua em etapas críticas da jornada do paciente. A seguir, veja como ela organiza o fluxo, do primeiro contato ao pós-atendimento:

4.1. Boas-vindas com transparência (LGPD)

Logo no início, a Bertha informa sobre coleta e uso de dados, em conformidade com a LGPD. O aviso e o consentimento educam o paciente e criam um ambiente de confiança. Em seguida, a assistente apresenta opções claras de atendimento e direciona o usuário conforme sua necessidade. Assim, o hospital padroniza a informação e evita retrabalho.

4.2. Agendamento inteligente e sem fricção

A Bertha consulta disponibilidade, confirma dados essenciais e registra o agendamento no ERP. Dessa forma, o paciente evita filas e telefonemas. A equipe, por sua vez, ganha tempo para casos complexos. Além disso, lembretes e reconfirmações reduzem faltas e reagendamentos tardios.

4.3. Orientações pré-consulta e logística de acesso

O chatbot envia instruções de preparo, endereços das unidades, horários e documentos. Isso evita surpresas na recepção e reduz atrasos. Assim, o fluxo de entrada flui melhor e a percepção de qualidade aumenta.

4.4. Status de exames e resultados

Pacientes podem acompanhar o andamento de exames e receber orientações sobre laudos. Portanto, o hospital diminui ligações repetidas e acelera devolutivas, reforçando transparência e autonomia para o usuário.

4.5. Pós-atendimento e NPS

Após o atendimento, a Bertha coleta feedback, organiza indicadores e sinaliza pontos de melhoria. Assim, a gestão ganha visão contínua da experiência e consegue intervir rápido.

4.6. Unificação de histórico e continuidade

Como a Bertha integra canais e sistemas, o paciente pode retomar conversas sem “começar do zero”. A continuidade evita perda de informação, diminui repetição de perguntas e acelera resoluções. Para o hospital, isso se traduz em dados mais limpos e melhores decisões.

A curadoria do Conahp valida o case

A Sessão Pôster adota critérios objetivos de avaliação, como aderência ao tema, relevância, consistência, clareza e resultados evidenciáveis. Além disso, a FGV-EAESP assina a curadoria desde 2021, aprimorando o processo de seleção.

Em 2025, os trabalhos aprovados são expostos digitalmente durante o congresso e publicados no site do evento. Portanto, ser aprovado significa superar critérios técnicos e demonstrar impacto real na prática hospitalar.

Esse selo, por si só, eleva a confiança no case e incentiva outras instituições a conhecerem o caminho percorrido pela Rede Divina Providência com a Botdesigner.

O que esta seleção sinaliza para gestores de saúde?

Primeiro, mostra que chatbots com integração profunda aos ERPs de saúde saíram da prova de conceito. Eles já reduzem filas, desafogam centrais telefônicas e aceleram o acesso. Segundo, evidencia que governança de dados e LGPD podem conviver com experiências digitais úteis. Terceiro, confirma que a IA agrega valor quando atende a objetivos operacionais claros: diminuir atrito, organizar fluxo e garantir continuidade.

Para além da tecnologia, o recado é de método: comece por jornadas simples, estabeleça KPIs de adoção, otimize roteiros e expanda por camadas. Assim, o hospital cresce com segurança e mantém o time engajado.

Como replicar o modelo da Bertha?

Se você lidera uma clínica, hospital ou rede, use este roteiro objetivo para pennsar em sua própria assistente virtual:

  1. Mapeie a jornada crítica: Liste situações de alto volume (agendamento, orientações, resultados). Depois, priorize duas ou três para começar.
  2. Defina indicadores simples: Meça tempo de resposta, taxa de conclusão, NPS pós-contato e evasão. Assim, você enxerga ganhos rápidos.
  3. Integre canais e ERP: Conecte site, WhatsApp e telefone. Garanta escrita única do dado no ERP. Evite duplicidade e reconciliações manuais.
  4. Estruture fluxos com LGPD: Apresente termos claros, peça consentimento e limite acessos conforme princípios de necessidade. Isso constrói confiança.
  5. Padronize roteiros: Crie árvores de decisão para as principais demandas. Revise mensalmente com times de atendimento e compliance.
  6. Treine time e divulgue ao paciente: Lance campanhas simples: QR Codes em recepção, pop-ups no site, mensagens automáticas. Assim, a adoção ganha tração.
  7. Itere com dados: Revise intenções não atendidas, gargalos e feedbacks. Ajuste conteúdos, perguntas e integrações. Cresça em ciclos curtos.

Antes e Depois: O uso dos chatbots na saúde

Imagine um paciente que precisa agendar ressonância com contraste. Ele tem dúvidas sobre preparo, horários e retirada de resultados.

Sem a Bertha: O paciente liga para a central e espera na fila. Depois, repete seus dados em cada transferência. Em seguida, recebe instruções por telefone, sem registro fácil. Se esquecer algo, ele liga de novo. A equipe interrompe tarefas. O retrabalho cresce. Além disso, o hospital perde previsibilidade e gera atrito desnecessário.

Com a Bertha: O paciente inicia o atendimento no site ou no WhatsApp. Ele aceita o aviso de LGPD. Em seguida, a assistente confirma dados e verifica janelas disponíveis no ERP. O agendamento sai na hora. A Bertha envia instruções de preparo e checklist. O paciente recebe lembrete automático e link para reagendar, se precisar. No dia do exame, ele chega orientado. Assim, a recepção anda mais rápido. A equipe foca casos complexos. E o gestor acompanha tudo em dashboards com taxa de conclusão e motivos de contato.

Se o seu concorrente já tem um chatbot e você não: Seu concorrente reduz tempo de resposta e mantém o contexto em cada interação. Ele captura demanda 24/7. Ele transforma dúvidas em agendamentos. Além disso, ele treina o algoritmo com perguntas reais e melhora os fluxos mês a mês. Enquanto isso, sem um assistente virtual, você mantém canais fragmentados e custo operacional maior. O paciente nota a diferença. Portanto, ele escolhe o caminho mais simples. Em saúde, simplicidade gera confiança.

O que muda na operação?

  • Menos atrito: o paciente não “recomeça” a conversa.
  • Menos retrabalho: o time não repete triagens simples.
  • Mais previsibilidade: agendas preenchidas com antecedência e melhor distribuição de demanda.
  • Melhor experiência: instruções claras reduzem atrasos e faltas por preparo inadequado.
  • Dados acionáveis: você enxerga gargalos, horários críticos e intenções não resolvidas.

O papel da Botdesigner: tecnologia, método e suporte

A Botdesigner entrega plataforma e metodologia para que hospitais implementem, integrem e escalem chatbots em saúde. O projeto da Bertha na Rede Divina Providência ilustra três pilares essenciais:

  • Integração real com ERPs: o chatbot consulta e escreve dados, orquestrando agendamentos, orientações e status de exames.
  • Orquestração omnicanal: a solução centraliza o atendimento e preserva o contexto entre canais. Assim, o paciente não recomeça a cada contato.
  • Acompanhamento e evolução: o time da Botdesigner acompanha KPIs, coleta insights e propõe melhorias contínuas.

Além disso, o modelo inclui suporte intensivo de implantação, treinamento do time e boas práticas para manter governança e segurança. Para gestores, isso reduz risco de projeto, acelera time-to-value e garante sustentação a longo prazo.

Conclusão e próximos passos

A presença da Bertha na Sessão Pôster do Conahp 2025 reforça uma mensagem inequívoca: chatbots com IA, quando integrados aos sistemas hospitalares e ao desenho da jornada, melhoram o acesso, padronizam o atendimento e elevam a experiência de pacientes e equipes.

O reconhecimento com curadoria da FGV-EAESP valida o caminho percorrido pela Rede Divina Providência e cria referência para quem deseja avançar em automação com responsabilidade e resultado.

Para gestores, o momento pede ação prática. Comece pequeno, integre o essencial, meça o que importa e evolua por ciclos. Com a Botdesigner, você conecta canais, integra o ERP e entrega valor rapidamente — sem perder segurança e governança.

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